Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Intervalo (para dar um sinal de vida)

Entre o trabalho (o final de ano lectivo tem sido louco!) e os poucos tempos livres dedicados à preparação do aniversário do G. e a outros afazeres, este meu cantinho tem estado um pouco abandonado.

Para me redimir com os "meus leitores" (se é que ainda existem!), deixo aqui mais uma daquelas músicas lindas que nos aquecem a alma.

alt : http://www.youtube.com/v/nzv9R5kFnLk&hl=en&color1=0x006699&color2=0x54abd6&border=1
Escrito por sara em 11:53:17 | Link permanente | Comments (4) |

Segunda-feira, 02 de Junho de 2008

Não à crise alimentar!

A Pobreza Zero (GCAP Portugal) entregará no dia 3 de Junho na Reunião da FAO
(Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) uma petição aos
Líderes do G8, da ONU, da União Europeia e de Portugal para que promovam
medidas imediatas para diminuir os impactes da crise alimentar junto dos
mais pobres.
 Além de sobrecarregar o já reduzido orçamento das classes mais baixas e dos
800 milhões de pessoas que sofrem de fome crónica, esta crise traz a fome a
mais 100 milhões de pessoas. Do Bangladesh ao Haiti, a população mundial está a
protestar, literalmente lutando pela sobrevivência. Só na Serra Leoa o preço do
arroz duplicou, deixando 90% da população abaixo do limiar de pobreza.
 Tanto acções humanitárias, quanto reformas no sistema comercial agrícola são
necessárias para minorar os efeitos da crise. Mais do que isso, precisamos de
soluções sustentáveis para nós e para as gerações futuras.
 Assina agora a petição e não te esqueças de passar esta mensagem para todas as
pessoas que conheces, pois todos nós seremos afectados pela crise alimentar.
 A petição será entregue na conferência da FAO e em encontros políticos de alto
nível que terão lugar até final de Julho de 2008.
 Vai ao site www.pobrezazero.org e participa activamente nas nossas acções!
 Tu fazes a diferença!

 SOMOS A PRIMEIRA GERAÇÃO QUE PODE ERRADICAR A POBREZA



http://www.pobrezazero.org/formulariocrisealimentar.aspx

Escrito por sara em 11:09:15 | Link permanente | Comments (0) |

Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Saia indiscreta

alt : http://www.youtube.com/v/lhCYsIlTxWU&hl=pt-br
Escrito por sara em 13:52:40 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Cavaleiro andante

alt : http://www.youtube.com/v/iuo2I7DIiaU&hl=en
Escrito por sara em 11:41:55 | Link permanente | Comments (1) |

Terça-feira, 06 de Maio de 2008

Kusudama Morning dew

Finalmente pronto! :)

Escrito por sara em 10:49:03 | Link permanente | Comments (2) |

Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Origami

Uma paixão antiga, que às vezes bate com mais força. Agora ando novamente numa fase origamista. Desta vez ando a explorar o origami modular.

Depois de umas caixinhas para oferecer na Páscoa,





...dediquei-me aos kusudamas. O primeiro que fiz é bastante simples (a foto é que não está grande coisa.) 

 

O projecto que tenho em mãos é mais ambicioso. Embora não seja complicado, é constituído por 60 peças, e de momento está assim:

 
Quando estiver pronto há-de chamar-se "Morning Dew"
Escrito por sara em 14:04:36 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, 26 de Abril de 2008

Quem, eu?



Ai! Parece que é mesmo verdade...

Escrito por sara em 00:08:57 | Link permanente | Comments (7) |

Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

25 de Abril... SEMPRE!!!


Trova do Vento que Passa Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam tanto sonho à flor das águas e os rios não me sossegam levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas ai rios do meu país minha pátria à flor das águas para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas pede notícias e diz ao trevo de quatro folhas que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa por que vai de olhos no chão. Silêncio — é tudo o que tem quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos direitos e ao céu voltados. E a quem gosta de ter amos vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada ninguém diz nada de novo. Vi minha pátria pregada nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem dos rios que vão pró mar como quem ama a viagem mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir (minha pátria à flor das águas) vi minha pátria florir (verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada e fale pátria em teu nome. Eu vi-te crucificada nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada só o silêncio persiste. Vi minha pátria parada à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo se notícias vou pedindo nas mãos vazias do povo vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro dos homens do meu país. Peço notícias ao vento e o vento nada me diz.
Quatro folhas tem o trevo liberdade quatro sílabas. Não sabem ler é verdade aqueles pra quem eu escrevo.
Mas há sempre uma candeia dentro da própria desgraça há sempre alguém que semeia canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste em tempo de servidão há sempre alguém que resiste há sempre alguém que diz não.
Manuel Alegre
Escrito por sara em 16:41:41 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Paciência

Um pouco mais de paciência... Já falta pouco para conseguir algo que quero muito! :-D

alt : http://www.youtube.com/v/Hq5Ea8pDHrs&hl=pt-br
Escrito por sara em 23:50:41 | Link permanente | Comments (2) |

Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

E eis que, finalmente...

Os ventos mudam!

 

Mais pormenores em breve!
Escrito por sara em 11:33:55 | Link permanente | Comments (2) |