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Eu tenho um curso na área das ciências da educação, estudei psicologia e o desenvolvimento das crianças.
Mas mesmo assim não me entra na cabeça a razão que leva o meu filho a dizer:
E não dizer MAMÃ, MÃE, ou outra qualquer expressão dirigida a mim!
Por vezes diz Mã, mas eu estou desconfiada que é o que ele chama à chupeta!
E agora digam-me se a vida é justa!?

Foto do Gilberto: http://roazcorvineiro.blogspot.com
FOI LINDO!
Eu até nem ligo muito a instituições bancárias. Só o indispensável…
Mas estou eternamente grata ao Montepio… Conseguiu a proeza de juntar, sete anos depois, os TROVANTE!
Foi um ocasião histórica, e eu estive lá para a testemunhar, com estes amigos*.
Sete anos depois, e pela segunda vez, os TROVANTE voltaram a reunir-se, numa ocasião muito especial, e quase impensável (até para os protagonistas, segundo o testemunho do Luís Represas).
Como não há duas sem três, ficamos à espera da próxima, até porque já temos
saudades do futuro…
*http://cfluisrepresas.blogspot.com (Mas porque carga de água é que eu não consigo inserir um link? Maldita hora que fui escolher um blogger diferente do das pessoas normais!)
Há sempre alguém que nos diz
Tem cuidado!
Ha sempre alguém que nos faz
Pensar um pouco.
Há sempre alguém que nos faz falta
Há….. Saudade!
Trovante
Numa ocasião especialíssima, os Trovante regressam para um concerto no Campo Pequeno, só para convidados.
E EU VOU ESTAR LÁ!!!
Obrigada Nanda!
Depois conto como foi!
Chegamos à conclusão que não valemos nada.
Nós, espécie humana, a espécie superior, a suprema criação, os donos do mundo, ou outra qualquer classificação que usemos para nos descrever a nós mesmos….
Passamos a vida a lutar por objectivos, curso, emprego, família, filhos, carros, casas, viagens……. Fazemos das tripas coração, privamo-nos de algumas coisas em função de outras, fazemos opções, estabelecemos metas, prioridades, tudo para chegarmos, ou pelo menos para nos aproximarmos daquilo que queremos. É uma vida louca, em que, por vezes, deixamos coisas importantes para trás…
De repente, a qualquer momento, podemos ser confrontados com qualquer coisa como, por exemplo, uma LEUCEMIA. Ou outra coisa do género.
Quando se tem 27 anos e tanta coisa pela frente, como é que se encara isto?
Infelizmente, foi o que aconteceu a um familiar próximo. Assim, de repente, sem mais nem menos, de um dia para o outro.
Num momento estava a trabalhar, no momento seguinte estava a ser internado num hospital.
É inevitável pensar no pior, embora haja muita força, muita esperança e a certeza de que tudo vai correr bem.
É inevitável pensar que pode acontecer a qualquer um. Dói-me pensar que podia ser eu. Dói-me porque tenho um filho de 15 meses. Penso que não haverá pai ou mãe que não se questione de vez em quando “o que seria dele se…” Por mais que não se queira, nestas situações o fantasma está mais próximo, o medo de lhes falhar adensa-se…
O certo é que tudo isto dá que pensar. Este tipo de situações ajudam a relativizar as coisas. Percebemos que às vezes damos demasiada importância a coisas pequenas, enquanto descuidamos as que verdadeiramente importam. Compreendemos que fazemos guerras por nada, gastamos tempo em ninharias, empenhamo-nos em causas que na verdade não valem nada…
Porque a qualquer momento, sem aviso, sem preparação, nos pode estoirar uma bomba nas mãos e depois….
Já agora, para tirar as dúvidas, e ajudar os senhores deste ministério e de outras instituições que tais, aqui fica um site útil:
“Digite o seu número de candidatura e click em Pesquisar.”
Dá para acreditar que esta frase se encontra no site da D G R H E (Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação)?
Para quem não sabe, é o organismo do Ministério da Educação que trata, entre outras coisas, da colocação dos professores.
Não eram já horas de os senhores saberem escrever sem erros? Depois dizem que os alunos não sabem nada por causa dos professores, que não fazem o trabalho como deve ser. Pois, o exemplo vem de cima.
…é um dos meus discos favoritos do meu cantor favorito.
…é sinal para avançar (e neste mundo, se não avançamos somos passados para trás).
…é a cor da esperança (que temos que ter, muita, para conseguirmos viver nesta selva).
…é a cor do que é novo, do que se está a desenvolver.
… E porque não?